eSaúde & Prontuário Eletônico (Evento do Ano em Informatica Médica) – Só falta 5 dias

 
 

A Sociedade Brasileira de Informática em Saúde – SBIS realizará de 04 a 06 de dezembro no Royal Palm Plaza Resort, em Campinas/SP, o Congresso Internacional eSAÚDE & PEP 2011.

Sob o tema “Rumo à Saúde Digital no Brasil: da Atenção Básica à Telessaúde”, o congresso contará com vários tutoriais e uma excelente programação de conferências e palestras. Temas como prontuário eletrônico, telessaúde, treinamento e capacitação em informática em saúde, bem como experiências nacionais e internacionais em e-Health farão parte do congresso.

Keynote Speakers:

  • Charles Safran (Harvard Medical School – EUA)
  • Denis Protti (University of Victoria – Canadá)
  • Edward H.Shortliffe (AMIA – EUA)
  • Odorico Monteiro (Secretário de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde)
  • Otto Rienhoff (University of Tuebing – Alemanha)
  • Ramesh Krishnamurthy (World Health Organization – Suíça)
  • Renato Marcos Endrizzi Sabbatini (SBIS)
  • Shelagh Maloney (Canada Health Infoway – Canadá)
  • Umberto Tachinardi (University of Wisconsin-Madison – EUA)

Principais Conferências e Painéis:

  • A SBIS e a Informática em Saúde no Brasil: uma história de 25 anos e muitos desafios pela frente
  • Informática em Saúde como ciência e profissão
  • Quais os caminhos para a saúde digital?
  • Saúde digital na prática: a experiência da UPA Imbiribeira
  • eSaúde Global: uma visão de saúde pública
  • Informação em Saúde em tempos de “cloud computing”
  • Benefícios do PEP: fatores críticos de sucesso para efetiva utilização
  • A Experiência Canadense em Saúde Digital
  • Elementos fundamentais de uma Estratégia de Registro Eletrônico em Saúde
  • Prontuário eletrônico certificado digitalmente
  • Registro Eletrônico de Saúde para o Brasil: qual é o plano?
  • Integrando o sistema de saúde: da Atenção Primária a Telessaúde
  • Do PEP para a eSaúde – o que vem por aí?

Tutoriais:

  • Como implantar um Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) / Registro Eletrônico de Saúde (RES)
  • Como implantar um programa de Telessaúde
  • Saúde Móvel: conceitos e aplicações
  • Como se preparar para a Certificação Profissional da SBIS
  • Governança de TI e Usabilidade: elementos de sucesso de um PEP
  • Padrões de terminologia em Informática em Saúde para o Brasil
  • Introdução à eSaúde: componentes e aplicações
  • Certificação digital para Registro Eletrônico de Saúde (RES): como implementar?

Acesse o site do evento em http://www.sbis.org.br para conferir todos os detalhes e fazer sua inscrição.

E nos vemos em Campinas!

Sociedade Brasileira de Informática em Saúde – SBIS

Efeito Kinect

O que ja esta acontecendo e o que esta por vir :

Interface neural monitora ondas cerebrais continuamente

Interface neural monitora ondas cerebrais continuamente

Fica cada vez mais próximo o dia em que os dedos darão lugar às ondas cerebrais nas interfaces e no controle de computadores e equipamentos.

Interfaces cerebrais

interfaces neurais, controle de equipamentos usando os pensamentos, interfaces cérebro-máquina.

Assim como os teclados parecem estar dando lugar às telas sensíveis ao toque, a próxima geração deinterfaces já está sendo desenhada.

À medida que a tecnologia dossensores avança, juntamente como a compreensão do cérebro humano, fica cada vez mais próximo o dia em que os dedos darão lugar às ondas cerebrais.

É isto o que se vê no desenvolvimento mais recente apresentado pelo centro de pesquisas IMEC, da Bélgica.

Monitoramento cerebral contínuo

O equipamento é um sistema de eletroencefalograma que permite o monitoramento contínuo das ondas cerebrais.

Inicialmente desenvolvido para aplicações médicas, o aparelho registra as ondas cerebrais e as transmite via rádio – a chamada conexão wireless – para um receptor localizado a até 10 metros do usuário.

A questão é que são exatamente esses sistemas médicos que os pesquisadores estão utilizando em suas interfaces neurais para o controle de computadores,equipamentos eletrônicos, cadeiras de rodas, exoesqueletos e robôs.

Toda a eletrônica embarcada do aparelho, incluindo o processador, controlador e radiotransmissor, está acondicionada em um circuito medindo 2,5 x 3,5 x 5 centímetros – cabe em qualquer fone de ouvido ou capacete.

O equipamento inteiro consome apenas 3,3 mW (miliwatts) de energia quando transmitindo para apenas 1 canal, e 9,2 mW quando transmitindo para 8 canais – isso se traduz em uma durabilidade de até 4 dias para suas baterias de íons de lítio de 100 mAh.

Eletroencefalograma em casa

O mais importante para sua aplicação prática, contudo, talvez seja o fato de que o equipamento utiliza eletrodos secos – não é necessário passar o gel normalmente usado para melhorar o contato do eletrodo com o corpo.

Apesar disso, são usados sensores de liga de prata, fabricados para uso médico, disponíveis comercialmente. Isso significa que pode haver algum desconforto, já que o conforto não é uma prioridade quando se desenvolve aparelhos para serem usados poucos minutos durante um exame.

Do ponto de vista médico, o equipamento permite que os exames de eletroencefalograma hoje feitos em laboratório, exigindo técnicos especializados e colocação de eletrodos com gel, possam ser feitos em casa.

O monitoramento contínuo dará aos médicos dados dos pacientes muito mais próximos da realidade do que a amostragem hoje feita durante alguns minutos no laboratório.

Fonte (Site Inovação Tecnológica)

Kinect ajuda médicos a acessar informações dos pacientes em salas de cirurgia

O Xbox Kinect está ajudando médicos de um hospital em Toronto, no Canadá, possibilitando que os cirurgiões naveguem por imagens dos pacientes utilizando apenas os gestos das mãos, sem precisar se contaminar ou mesmo sair de perto do paciente.

A Microsoft, em parceria com pesquisadores da Universidade de Cambridge e médicos do Hospital Addenbrookes, no Reino Unido, já havia desenvolvido uma espécie de sistema de busca de dados do corpo dos pacientes, algo como um Bing para o corpo humano (goo.gl/VXVAg). Agora, a empresa de Redmond forneceu também a ferramenta necessária para mais uma tecnologia na medicina: o Kinect.

Com o Kinect, os médicos podem acessar as informações dos pacientes durante as cirurgias. Crédito: The Globe and Mail.Com o Kinect, os médicos podem acessar as informações dos pacientes durante as cirurgias. Crédito: The Globe and Mail.

A equipe do hospital Sunnybrook, de Toronto, está usando o acessório do Xbox para manipular digitalmente as imagens dos pacientes durante cirurgias, conta o site The Globe and Mail.

Cada vez que um médico precisa verificar algum exame ou imagem de um paciente durante uma cirurgia, ele pode precisar de até 20 minutos para se limpar, antes de voltar para a mesa de operações, conta o Dr. Calvin Law, que ajudou a desenvolver o sistema. Neste cenário, fica clara a vantagem oferecida pelo Kinect, já que os médicos precisam apenas se virar para a câmera para podem manipular as imagens, não precisando nem mesmo sair de perto do paciente.

O Dr. Law ainda compara o sistema com uma navegação por GPS, em que o motorista sabe com antecedência para onde está indo e pode se orientar sem a necessidade de parar. O sistema só foi utilizado em seis procedimentos por enquanto, mas planeja-se utilizá-lo em outras cirurgias no hospital.

A comercialização do sistema ainda não está nos planos, mas, assim como destaca o site Crunch Gear, dada a facilidade de implementação, não seria surpresa se ferramentas deste tipo passarem a ser mais comuns no futuro.

Fonte : Por Daniel Pavani – Blog (Oceanogeek)

Mobilidade deve liderar inovação em TI em saúde

por InformationWeek EUA e IT Web
28/06/2010
Estímulo do governo norte-americano ajuda a amenizar a lacuna na adoção de TI nos últimos anos

O problema de investimento em TI no setor de saúde não é algo exclusivo do Brasil. Nos Estados Unidos, um pacote de estímulos do governo impulsionará a tecnologia da informação neste setor. Os norte-americanos queixam-se de anos de falta de investimento de TI. E mesmo com a ajuda do governo, um estudo avalia que levará ao menos três anos para que a indústria de saúde tenha o mesmo nível tecnológico de outros segmentos da economia.

O relatório, publicado pela Crosstree Capital Partners, também prevê que a única área da tecnologia que realmente deve trazer algo completamente inovador é o espaço de dispositivos wireless.

“Embora existam poucas, em sua maioria genéricas, aplicações usadas por médicos em seus iPhones e BlackBerry, esses dispositivos são usados muito mais como simples celulares, envio de mensagem de texto ou para checar e-mails”, avisa Rob Tholemeir, autor do estudo e líder na cobertura de TI em saúde na Crosstree Capital. “Nos próximos dois ou três anos isso vai mudar dramaticamente com a proliferação das comunicações sem fio e dos devices em todos os aspectos da entrega de saúde.”

Tholemeier também espera ver um grande crescimento no uso dos celulares e outros dispositivos móveis e acredita que os médicos migrarão de smartphones para tablets ou mesmo dispositivos wireless mais avançados que podem acelerar e melhorar a produtividade dos profissionais e provedores de saúde. Estes últimos, diz o especialista, também podem aproveitar a vantagem de novas interfaces de usuário e ampliação da mobilidade.

“Esperamos uma nova onde de conectividade sem fio nos equipamentos de diagnósticos, assim como nos sistemas de gestão de dados de saúde”, explica Tholemeier.

Em relação aos sistemas de gestão, o especialista vê a possibilidade de atuação como substituto digital dos arquivos de papel e pastas, mas não necessariamente atendendo às necessidades demandadas pelos processos do setor.

“Eles são principalmente cliente servidor ou navegadores baseados em aplicativos pedindo muita interação com mouse e digitação. O que deve vir nessa área de software de gestão de dados em saúde é a integração de dados e o interfaceamento do device. Muito da alimentação desses sistemas vem da digitação e de imagens scaneadas quando há disponibilidade e eficiência na captura de dados.”

Como os sistemas de gestão falharam nas tecnologias de interface de usuário ou integração de dados, muito do dinheiro gasto terá que ser reinvestido pelas demandas dos profissionais de saúde, informa o relatório.

As mudanças também estão do lado dos fornecedores já que a competição por novas oportunidades de mercado está aberta. De acordo com o levantamento, nas últimas duas décadas, a tecnologia da informação em saúde, especialmente aplicativos, estava restrita ao desenvolvimento e venda da tecnologia por fornecedores focados exclusivamente no setor de saúde, ou ainda por unidades independentes de empresas como GE e 3M. Hoje, entretanto, com a entrada de grandes fabricantes como IBM, Oracle, Microsoft e HP, o cenário está mudando.

Saúde tem sido encarada como uma indústria em crescimento com diversas fusões e aquisições. “As decisões de compra de TI em saúde e as opções de lançamento estão se tornando muito mais complexas. Novos fornecedores, novas tecnologias, mais pressões das autoridades reguladoras, aumento dos custos e menos reembolsos fará da evolução da TI em saúde, bem como o processo de seleção, algo mais complicado”, escreve Tholemeier.

Entre outras previsões do autor do estudo estão: haverá melhor uso da tecnologia da informação para suportar decisões clínicas; o envolvimento dos clientes com o setor será maior; crescerá o uso de software como serviço; custos de hardware e comunicações devem cair; e softwares de código aberto e padrões pressionarão ofertas proprietárias.

fonte :

Mobilidade: smartphones com poder de computadores

Enfermeiros do Oklahoma Heart usam BlackBerry para monitorar pacientes cardiácos

A maioria das empresas usa a linha BlackBerry da Research In Motion (RIM) para guardar contatos de clientes e trocar e-mails. Mas o Oklahoma Heart, nos Estados Unidos, adotou a plataformas para ajudar a salvar vidas.

Há cerca de 2 anos, o hospital entregou aos enfermeiros aparelhos BlackBerrys que tocam, instantaneamente, se o monitoramento cardíaco de um paciente demonstrar sinais de problema. Ao mesmo tempo, imagens do batimento cardíaco do paciente são enviadas para o smartphone do profissional de saúde, para que seus olhos bem treinados possam ter uma ideia melhor sobre a situação.

O sistema de monitoramento cardíaco, dentro do quarto, identifica mudanças no ritmo ou “eventos” e, pela rede do hospital, envia essa informação para um servidor rodando em Connexall, do Globestar Systems, um software que pode ser configurado para filtrar eventos sem seriedade (um simples movimento do paciente, por exemplo) e problemas potencialmente perigosos. Qualquer evento sério e imagens, assim como os sinais vitais, são enviados para um servidor BlackBerry, que então, encaminha os dados para os aparelhos dos enfermeiros. “O processo todo leva menos de dois segundos”, afirma Steve Miller, CIO do hospital.

Com os BlackBerrys, o hospital resolveu alguns problemas. O Oklahoma Heart foi capaz, por exemplo, de eliminar as salas de monitoramento central, que, por sua vez, eram vigiadas 24 horas por dia. O hospital ainda mantém monitores nas estações dos enfermeiros, como backup, mas com o novo sistema, os profissionais são avisados imediatamente sobre possíveis problemas com seus pacientes, onde quer que estejam, dentro do hospital. E se alguma coisa muito séria aparece, eles podem, no ato, emitir um alerta antes mesmo de chegar ao quarto. Antes, se qualquer tipo de arritmia ocorresse em um paciente, o sistema de monitoramento avisava os enfermeiros com uma ligação em seus pagers, sem qualquer suporte para dados sobre a seriedade do evento. Muitas vezes, não passava de um alarme falso.

Os enfermeiros começaram usando o BlackBerry 7270, mas atualizaram, recentemente, para o modelo 8900, um aparelho um pouco menor e com mais tempo de vida de bateria. São devices apenas com Wi-Fi, dispensando um SIM card ou planos de celular. Além disso, eles não funcionam fora do hospital.

O Oklahoma Heart conduz, também, um projeto-piloto para médicos que tem iPhones para uso pessoal e profissional. O centro foi construído em 2002 como um hospital digital – todos os registros de pacientes são eletrônicos. Agora, os médicos podem baixar o software da Citrix chamado Receiver, para iPhone, diretamente da Apple App Store, para acessar, de seus celulares, qualquer aplicativo que eles normalmente baixariam em seus deskotps, incluindo gráficos de pacientes. Os médicos também têm acesso a imagens, como os raios-x anexados às fichas. Mesmo que não tenham qualidade para se basear diagnóstico, elas oferecem informações suficientes para que o médico resolva se precisa correr para um PC e ver a imagem melhor. O uso do aplicativo requer que os médicos concordem com as normas de segurança que a equipe do CIO Miller desenvolveu, incluindo permitir que todos os dados sejam apagados caso o iPhone seja perdido.

No entanto, como o aplicativo da Citrix torna o iPhone uma mera ferramenta de navegação, os dados dos pacientes raramente ficarão armazenados no aparelho, avisa Miller.

Fonte : Mary Hayes Weier – Portal Saude Business

iPhone é usado para reanimação cardíaca

Foi apresentado em um um congresso mundial de especialistas em reanimação, na Holanda, uma invenção que transformou um iPhone em um reanimador cardíaco. Ivor Kovic, chefe da Emergência do Hospital de Pazin, na península croata de Ístria, diz ter transformado o aparelho ao combinar um software já existente com um novo acessório inventado. Ele pretende patentear a invenção em breve.

Kovic explica em seu site (http://ivor-kovic.com/blog/) que teve a idéia ao notar que os chamados “smartphones” reconhecem movimentos humanos. A partir daí foi elaborado um protótipo anexado ao aparelho e aplicado sobre o peito do paciente, no lugar das mãos. Um aplicativo do iPhone já existente emite um sinal sonoro quando a reanimação diferere das ideiais 100 pressões por minuto, assim como se a força aplicada é a adequada.

Fonte : por Saúde Business Web

Cresce o uso de aplicativos do iPhone para radiologia

Fonte : Cylene Souza, especial para o Saúde Business Web
03/12/2009

Nos EUA, aplicativos já vão da simples visualização de laudos ao cálculo de dose de radiação

Embora percentualmente o número deaplicativos do iPhone para a área de saúde seja pequeno (300 em um universo de 100 mil), a expectativa dos radiologistas presentes no RSNA é que o aparelho seja cada vez mais usado em diagnóstico por imagem.

O radiologista Trushar Patel, da Common Wealth Orthopaedics, avalia que o número de aplicativos está crescendo exponencialmente. “Acho que, até agora, os aplicativos só usaram superficialmente a capacidade do aparelho. O desenvolvimento de novas ferramentas tende a crescer.”

Nos EUA, já há ferramentas para ver laudos e informações médicas, permitir a colaboração e a tomada de decisão entre os profissionais, melhorar a eficiência operacional, promover a segurança do paciente e aumentar a produtividade dos médicos.

Entre os aplicativos mais populares estão os que permitem a tabulação dos casos clínicos, de forma a facilitar o acompanhamento dos pacientes, e uma calculadora de doses específicas para os exames de medicina nuclear.

Ainda devem ser desenvolvidos aplicativos que ofereçam integração com a internet e sistemas hospitalares, para aumentar a troca de informações e, na opinião de Patel, outra área que merece atenção é de imagens computadorizadas para criar uma “realidade ampliada”. “Não há aplicativos que usem a “realidade ampliada”, ou seja, que transforme o iPhone em um aparelho para visualização que responda a movimentos e locais, então, há muito potencial para desenvolvimento nesta área”, conclui.

Aplicativo para iPhone diagnosticará doenças pela tosse

Quando se fala por aí que os smartphones estão se tornando tão inteligentes que só faltam lavar pratos e passar roupa, dá até pra entender o exagero. Veja só a última novidade: cientistas americanos e australianos se juntaram no desenvolvimento de um app que permitirá ao usuário tossir e rapidamente obter um diagnóstico de sua situação.

A companhia por trás da pesquisa — apoiada pela Fundação Bill e Melinda Gates, diga-se, que já investiu nela pelo menos US$100 mil — se chama STAR Analytical Services (PDF, 37,2KB), e afirma que a tecnologia permitirá que o usuário descubra se está resfriado, gripado ou com algum tipo de problema respiratório, incluindo doenças como pneumonia.

Garoto com iPhone na boca

Esse software já existe hoje em dia, mas roda em desktops. A ideia da STAR é levá-los a telefones móveis, como o iPhone. Evidentemente, uma análise profunda da tosse teria que ser feita por um acessório acoplado ao gadget — e, graças a APIs dedicadas implementadas no iPhone OS 3.0, agora o SO móvel da Apple pode se comunicar fácil e profundamente com dispositivos desse tipo —, mas nem isso será preciso.

O aplicativo da STAR funcionará de forma semelhante ao Shazam, só que, em vez de identificar músicas, identificará o tipo da tosse com base num banco de dados interno, incluindo variações por sexos, idades, pesos e outras variáveis. A depender da urgência do diagnóstico, o app poderá informar ao usuário que ele deve consultar um médico e obter um parecer mais apurado.

Segundo a empresa, antes de lançar o seu produto ele precisará ser testado e aprovado com boa confiabilidade em pelo menos 1.000 pacientes diferentes.

Referência : Rafael Fischmann

http://www.telegraph.co.uk/health/healthnews/6530704/Cough-into-your-mobile-phone-for-instant-diagnosis.html

 

Palestra sobre Prontuário Eletrônico x Prontuário Digitalizado ! Entendendo a Resolução 1821

C O N V I T E

Venha visitar o maior Congresso e Feira sobre ECM e GED do Brasil

A Orion Digital tem o prazer de convidá-lo para  a conferência sobre o Prontuário Eletrônico x Prontuário digitalizado : Passado e Futuro – Entendendo a nova forma de descarte do papel para um ambiente paperless, ministrada por nosso gerente de projetos, Sr. Flávio Camilo, dia 8 de outubro às 10:30 hrs – auditório 1,  durante a INFOIMAGEM 2009, o maior congresso e feira sobre ECM e GED do Brasil no Centro de Convenções Frei Caneca – Rua Frei Caneca, 569 – São Paulo.

Estaremos apresentando nossos produtos e serviços.

Contamos com sua presença,

http://www.orionsaude.com.br/news/2009/infoimagem/conviteinfoimagem.html

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